Taxa ficou estável em relação ao trimestre anterior e caiu 1,1 ponto percentual na comparação anual, segundo dados da PNAD Contínua.
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A informação faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).
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O resultado permaneceu estável em relação ao trimestre anterior, encerrado em outubro de 2025, quando a taxa também havia sido de 5,4%. Na comparação com o mesmo período do ano passado, porém, houve queda de 1,1 ponto percentual, já que o índice era de 6,5%.
Segundo o instituto, o indicador representa o menor nível da série histórica para trimestres encerrados em janeiro.
📊 Principais dados da pesquisa
Entre os principais indicadores do levantamento estão:
- Taxa de desocupação: 5,4%
- Taxa de subutilização: 13,8%
- População desocupada: 5,9 milhões
- População ocupada: 102,7 milhões
- População fora da força de trabalho: 66,3 milhões
- População desalentada: 2,7 milhões
- Empregados com carteira assinada: 39,4 milhões
- Empregados sem carteira assinada: 13,4 milhões
- Trabalhadores por conta própria: 26,2 milhões
- Trabalhadores informais: 38,5 milhões
📉 Queda no número de desempregados
De acordo com o levantamento, 5,9 milhões de pessoas estavam sem trabalho no trimestre encerrado em janeiro.
O número ficou estável em relação ao trimestre anterior, mas apresentou queda de 17,1% na comparação anual, o que representa cerca de 1,2 milhão de pessoas a menos desempregadas.
Já a população ocupada chegou a 102,7 milhões de trabalhadores, praticamente estável no trimestre, mas 1,7% maior em relação ao mesmo período do ano passado, com a entrada de aproximadamente 1,7 milhão de pessoas no mercado de trabalho.
💼 Formalidade e informalidade
Entre os vínculos de trabalho no país, os principais números foram:
- Empregados com carteira assinada: 39,4 milhões
- Empregados sem carteira assinada: 13,4 milhões
- Trabalhadores por conta própria: 26,2 milhões
- Trabalhadores domésticos: 5,5 milhões
A taxa de informalidade ficou em 37,5%, o equivalente a 38,5 milhões de trabalhadores informais.
💰 Renda dos trabalhadores cresce
O rendimento médio real habitual foi estimado em R$ 3.652, com aumento de 2,8% em relação ao trimestre anterior e 5,4% na comparação anual.
Já a massa de rendimento real habitual, que representa a soma de todos os salários pagos no país, atingiu R$ 370,3 bilhões, crescimento de 2,9% no trimestre e 7,3% em relação ao ano passado.